Evolução, realismo ou simples perda de valores?
Um dia destes, dei por mim a pensar em algo estúpido. Depois pensei neste texto, e vi que era algo estúpido na mesma.
O tema a abordar hoje está relacionado com as histórias românticas e a forma como foram sendo contadas ao longo do tempo. Não mencionando nomes de obras, recordo-me das histórias antigas, nas quais, quando o par romântico estava separado durante muito tempo, o homem dava umas por fora, a mulher mantinha-se pura e no fim viviam felizes para sempre. A dada altura, alguém deve ter notado um certo machismo nestas histórias e passaram a ficar os dois sem nada até viverem felizes para sempre. Numa outra fase, um outro alguém, este muito mais sábio, deve ter reparado que homem algum, completamente funcional e sexualmente activo, aguenta 20, 1, 30 anos sem nada e assim se chega às belas histórias românticas dos dias de hoje, o homem dá umas, a mulher dá outras e no fim, encontram-se e tudo bem, “Tu fØdeste para um lado, eu fØdi para o outro, mas agora vamos ser felizes os quatro, tu, eu, a sida e a sífilis”.
A reter deste texto:
Primeiro, a qualidade dos assuntos que por aqui se debatem.
Segundo, os sinais de censura utilizados pelo autor assemelham-se, curiosamente, à letra que falta na palavra.
Até à próxima e um grande bem-haja às maduras.
Um dia destes, dei por mim a pensar em algo estúpido. Depois pensei neste texto, e vi que era algo estúpido na mesma.
O tema a abordar hoje está relacionado com as histórias românticas e a forma como foram sendo contadas ao longo do tempo. Não mencionando nomes de obras, recordo-me das histórias antigas, nas quais, quando o par romântico estava separado durante muito tempo, o homem dava umas por fora, a mulher mantinha-se pura e no fim viviam felizes para sempre. A dada altura, alguém deve ter notado um certo machismo nestas histórias e passaram a ficar os dois sem nada até viverem felizes para sempre. Numa outra fase, um outro alguém, este muito mais sábio, deve ter reparado que homem algum, completamente funcional e sexualmente activo, aguenta 20, 1, 30 anos sem nada e assim se chega às belas histórias românticas dos dias de hoje, o homem dá umas, a mulher dá outras e no fim, encontram-se e tudo bem, “Tu fØdeste para um lado, eu fØdi para o outro, mas agora vamos ser felizes os quatro, tu, eu, a sida e a sífilis”.
A reter deste texto:
Primeiro, a qualidade dos assuntos que por aqui se debatem.
Segundo, os sinais de censura utilizados pelo autor assemelham-se, curiosamente, à letra que falta na palavra.
Até à próxima e um grande bem-haja às maduras.
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